Nas últimas duas décadas, colapsos de construções como a de Fortaleza produziram tragédias no Brasil

Em 1998, o edifício Palace II desabou na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro e oito pessoas morreram.

Em julho de 2010, um prédio de sete andares, se desfez em Salvador e houve três mortes. Em outubro do mesmo ano, foram dois edifícios no Centro do Rio que desabou e quatro pessoas morreram.

Em janeiro de 2011, um arranha-céu de 30 andares foi abaixo em Belém com cinco mortes.

No ano seguinte, mais três prédios no Centro do Rio, com mais 17 mortos. Em agosto de 2013, na Zona Leste de São Paulo, dez pessoas morreram.

Em maio de 2018, um edifício de 24 andares ocupado irregularmente no Centro de São Paulo pegou fogo e desabou e oito pessoas morreram.

Em abril de 2019, 24 pessoas perderam a vida em duas construções da comunidade da Muzema, Zona Oeste do Rio. As construções eram irregulares e já tinham sido interditadas.

Mas é bem verdade que as pessoas, principalmente os Brasileiros, insistem em descumprir regras. Será que essas regras não foram feitas por profissionais que visam a segurança das pessoas?

Mas e agora? De quem é a culpa? Depois de tantas mortes, tantas vidas que foram ceifadas, depois de tanta irresponsabilidade, todos são culpados, pois a empresa e o prestador de serviços erraram em não seguir os procedimentos mínimos para garantir a segurança de todos, errou também a Prefeitura ou CREA que ao invés de fiscalizar e cobrar das edificações só pensam em arrecadar e se beneficiar de taxas e impostos e, principalmente, a culpa são os condôminos que não vão a uma Assembleia, são daqueles que nunca aceitam reajustar as cotas para que o condomínio realize as obras necessárias, são aqueles que nunca aceitam uma cota extra, são aqueles que só vivem reclamando da estética do edifício, uma vez que o síndico está comprometido com a estrutura e segurança do edifício, são aqueles devedores contumazes que nunca pagam condomínio e que ainda têm a mesma liberdade dos outros condôminos, são daqueles que reclamam de tudo, mas não apoiam ou perguntam ao síndico se podem ajudar em algo, são aqueles que julgam mais e entendem menos, são aqueles que criticam sem embasamento ao invés de dar um auxílio, pois afinal de contas o condomínio não é do síndico e sim de todos, são aqueles que se metem a opinar, mas não quer assumir a responsabilidade de ser síndico, são aqueles que quando o síndico notifica-o está sendo algo pessoal e não que o síndico está fazendo cumprir as regras do condomínio e, por fim, são aqueles que acham que derrubar uma parede ou trocar um piso é uma besteira e que o síndico é que está de implicância.

Ser síndico não é só pagar contas, não é só ser um “cara maneiro” e complacente com os condôminos quando tira juros ou multa quando o condômino passa do dia do vencimento, não é aquele que só pensa em atender a um capricho de um morador só porque ele quer, mas sim o da coletividade. Síndico é um representante de todos, é a pessoa que deve estar atenta principalmente a segurança do conjunto, a legalidade, a ordem e a disciplina como um todo.

Síndico é alguém que saiba trabalhar com pessoas (funcionários e condôminos), que participe de Assembleias, que construa parcerias, que tenha inteligência emocional para resolver conflitos, é alguém que supervisione a Administradora e escritório de cobrança, que tenha conhecimento nas áreas, como: administração, contabilidade, finanças, recursos humanos, jurídico, ou seja, saiba um pouco de tudo.

Sendo assim, pensem bem que você faz pelo seu condomínio!

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